sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A batalha por Alex

Por Roberto Avallone

Como já se supunha, vários clubes já manifestaram interesse em contratar Alex, que rescindiu seu contrato com o Fenerbahçe. Enquanto César Sampaio, diretor de futebol do Palmeiras, afirma que já conversou com ele, embora nada tenha decidido (mesmo com o otimismo do técnico Gilson Kleina, padrinho de casamento do jogador) e a torcida esteja animada, o Cruzeiro surge também como forte concorrente. Assim, como Muricy Ramalho, que gostaria de vê-lo no Santos. Ou como o Coritiba, onde o meia começou. E ainda como o Grêmio, que está mais quieto, mas que tem Luxemburgo, um técnico com quem sempre Alex se deu bem.

Enfim, uma briga e tanto.

Ah, em tempo; não disse e nem escrevi, em momento algum, que Alex teria compromisso firmado com o Palmeiras.

Meninas do Sub-17 perdem para Alemanha e estão fora do Mundial

Depois de uma grande partida contra a Alemanha nas quarta-de-final do Mundial Sub-17 do Azerbaijão, o resultado não veio e o Brasil está eliminado na competição. Com um nos acréscimos, as alemãs fizeram 2 a 1 e se classificaram para a semifinal.

Na primeira etapa, o Brasil começou se mostrando mais presente no ataque. Com mais posse de bola, a Seleção abriu o placar antes do cronômetro chegar aos 15 minutos. Depois de escanteio cobrado direita por Chaiane, Djenifer pegou a sobra dentro da área e mandou para as redes.

Antes do final do primeiro tempo, a Alemanha igualou as forças, passou a atacar mais e conseguiu o empate. Aos 31, Dabritz chutou de fora da área e mandou no cantinho. As alemãs ainda tiveram outra boa chance, mas Nicole fez grande defesa para, em seguida, ser substituída por contusão.

Já a segunda etapa não foi tão recheada de lances de gol como a primeira. Num jogo de muita disputa no meio de campo, com as duas equipes lutando muito pela posse da bola, apenas a Alemanha conseguiu uma bola na trave e foi só, praticamente.

Nos acréscimos, quando tudo já indicava que a partida iria para a disputa de pênaltis, a Alemanha conseguiu um escanteio e marcou o gol da vitória e da classificação para as quartas-de-final.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Qual torcida ama mais o meia Alex? Coritiba, Cruzeiro ou Palmeiras?

Por Paulo Vinícius Coelho

Alex provavelmente voltará ao Brasil em janeiro. Fruto da estupidez do técnico Aykut Kokaman, que não pretende contar com o meia supostamente por ciúme -- Kokaman foi ídolo do Fenerbahçe, quase tanto quanto Alex. Kokaman pode odiar Alex. A torcida do Fenerbahçe o ama, a ponto de fazer, por conta própria, uma estátua em sua homenagem.

Como a torcida do Fener, coxas-brancas, cruzeirenses e palmeirenses (atenção, a ordem é alfabética) amam seu antigo meia. Por isso, é provável que a escolha do meia, em janeiro recaia sobre um dos três clubes ou pelo Grêmio, de Vanderlei Luxemburgo, o técnico com quem Alex teve seu melhor desempenho na carreira.

César Sampaio, diretor do Palmeiras, já telefonou para o meia do Fenerbahçe. 
Para onde ele vai? Não há informação possível neste momento. Melhor esperar.
Enquanto isso, veja por que cada torcida de clube brasileiro onde Alex jogou tem motivos para amá-lo -- ele também jogou no Flamengo, sem o mesmo sucesso.

Quem você acha que tem mais motivo para amar Alex?

CORITIBA - Não foi campeão estadual, mas participou da campanha do Coritiba vice-campeão da Série B de 1995. Jogou muito! Pelo Coxa, chegou à seleção brasileira sub-20 que disputou o Mundial de 1997 e caiu nas quartas-de-final contra a Argentina.

CRUZEIRO - O cruzeirense não se esquece de toda a campanha do Brasileirão 2003. Nem da Copa do Brasil, o gol de letra contra o Flamengo no Maracanã, na decisão. Alex jogou mutio e foi por causa de suas atuações que o Cruzeiro virou o melhor time do Brasil, o que não acontecia desde os anos 60.

PALMEIRAS - Os dois gols da vitória por 3 x 0 sobre o River Plate estão na memória. Também a atuação contra o Vasco, em São Januário, na partida que levou às quartas-de-final da Libertadores de 1999. Ou o gol dos três chapéus contra o São Paulo, no Morumbi. Desde 2002, desde o gol dos chapéus, o Palmeiras não vence o São Paulo no Morumbi.

Kleina será a ponte entre Palmeiras e Alex

Assim como o blog havia publicado anteriormente sobre a possível ida do meia Alex ao Palmeiras para a disputa da Libertadores da América, as chances de isso acontecer aumentaram com a chegada do técnico Gilson Kleina. Isso porque, como foi revelado há poucos dias, o treinador é padrinho de casamento do jogador e deverá usar essa 'influência' para aproximar o antigo camisa 10 do Verdão. 

Segundo informações, o contrato a ser proposto teria duração de dois anos e selaria o retorno de Alex pela luta do Bicampeonato da Taça Libertadores da América. 

Com a provável saída de Daniel Carvalho, existe uma ala da diretoria que quer a saída do atleta, o Palmeiras teria apenas Valdívia como um jogador armador mais experiente, além de Thiago Real e Mazinho. Sim, porque depender apenas de Marcos Assunção e suas cobranças de falta e cruzamentos é muito pouco para quem deseja ser campeão de um torneio como este. 

Existe também a ideia de trazer um 'novo' ídolo ao clube, que desde a aposentadoria do goleiro Marcos, ficou carente de alguém que tenha a cara do Palmeiras. O que também vem se modificando por um lado com desenvolvimento de Marcos Assunção que é um líder dentro e fora de campo. 

Vale a pena lembrar que, com as eleições para a presidência alviverde muita coisa pode mudar.

Aguardemos . . . 

Assino embaixo Parte 18


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Alex, a nova atração do Mercado da Bola

Por Roberto Avallone

Não sei como ele está jogando hoje, pois faz tempo que não o vejo em ação. Mas pelo talento que já exibiu por onde passou, com sua canhotinha mágica, Alex despertou o Mercado da Bola e o interesse de clubes com o anúncio de sua rescisão de contrato com o Fenerbahçe- clube turco no qual foi campeão, ídolo e ganhou até uma estátua.

Os comentários são os de que ele não se dava bem com o atual técnico, Aykut Kocaman, que, segundo versões talvez até fantasiosas, teria ciúmes do jogador e de seus gols anotados. Sei lá.

O fato é que aos 35 anos, o craque Alex desperta também curiosidades: teria ele ainda o mesmo estilo que encantou torcedores do Palmeiras- quem não se lembra do gol antológico contra o São Paulo, que culminou em um chapéu em Rogério Ceni antes de empurrar a bola para as redes?-, do Cruzeiro, onde obteve uma série de títulos consecutivos- e mesmo do Coritiba, no começo da carreira.

Sabe-se que torcedores do Cruzeiro já invadiram as redes sociais pedindo sua volta, que César Sampaio, diretor de futebol do Palmeiras, também já elogiou o meia e desconfia-se que, na moita, outros clubes, sondam o ambiente.

E a idade? Aos 35 anos, claro, Alex já é um veterano. E não se sabe ao certo o quanto a idade pode pesar em seu futebol. Só que, para surpresa de muitos, vemos alguns veteranos brilhando em nossos campos:Juninho Pernambucano, do Vasco, 37anos; Seedorf, do Botafogo, 36 anos; Marcos Assunção, do Palmeiras, 36 anos; Zé Roberto, doGrêmio, 37 anos; e até o goleirão Dida, da Portuguesa, 38 anos, que parecia já ter se aposentado.

Estes são alguns dos exemplos que me vêm à cabeça.

Não será Alex, um dos melhores meias que vi atuar, um outro caso a vencer o desafio do tempo?

É, no mínimo, uma tentação do Mercado da Bola.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Brasil vence Nova Zelândia e está nas quartas-de-final do Mundial Sub-17

Na sua melhor partida até o momento no Mundial Sub-17 do Azerbaijão, a Seleção Feminina venceu a Nova Zêlandia por 4 a 3, no Estádio 8 Km, e se classificou para as quartas-de-final da competição. Os gols foram marcados por Byanca, Brena, Andressa e Camila.

Logo de cara, o Brasil levou um susto. Com menos de cinco minutos de jogo, a Nova Zêlandia conseguiu um escanteio. Na cobrança, Emily Jensen completou para o fundo das redes marcou o primeiro gol da partida.

Aos pouco, as meninas da Seleção colocaram a bola no chão e não demorou muito para o Brasil conseguir a virada. Quem empatou o jogo foi Byanca. Depois de antecipar a zagueira com inteligência, a camisa 9 se arrumou para bater e mandou de canhota para as redes.

Em seguida mais um lance com participação de Byanca. Desta vez, foi ela quem deu a assistência para o bonito gol de Brena, que recebeu o cruzamento dentro da área, dominou de coxa e emendou um chute direto para fazer 2 a 1.

Mesmo na frente no placar, o time do técnico Edvaldo Erlacher continuou atacando e foi coroado com mais um gol, desta vez de pênalti. Chaiane entrou driblando pela área e foi derrubada. Na cobrança, Andressa bateu no canto direito da goleira Alfeld e fez 3 a 1.

Antes do final da primeira etapa, a Nova Zêlandia conseguiu descontar. Já nos acréscimos, Emma Fletcher completou um cruzamento e deixou o placar em 3 a 2 para o Brasil.

Na volta do intervalo, a Nova Zêlandia chegou a dar sinais de que se mandaria para o ataque, mas foi o Brasil quem marcou primeiro. Com quase 10 minutos da segunda etapa, Camila deu um belo chute de fora da área e aumentou a diferença para a Seleção.

Quando parecia que o resultado já estava definido, a Nova Zelândia conseguiu diminuir outra vez diferença. Puketapu ficou de cara com Nicole, a goleira brasileira, e tocou na saída dela para fazer 4 a 3 e dar números finais a partida.

Com o resultado, o Brasil ficou com a segunda colocação do Grupo C do Mundial e agora enfrentará a Alemanha, primeira colocada do Grupo D, nas quartas-de-final da competição.