Depois de sugerir a contratação do alemão Bastian Schweinsteiger, em baixa no Manchester United, o técnico Dorival Júnior revelou ter uma lista com outros astros estrangeiros que o vice-campeão brasileiro pode observar.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Gringos famosos "contratados" pelo seu time (vídeo)
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Campeões do Futebol Feminino na América do Sul em 2016
Continuando a série de campeões
em 2016, levantamos todos os campeões nacionais e continental na América do Sul
em 2016 do Futebol Feminino. O grande destaque fica para o Sportivo Limpeño, que além de conquistar o Campeonato Paraguaio,
foi o grande campeão da Libertadores
Feminina. Foi a segunda vez que uma equipe não brasileira venceu o torneio.
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Mas há também pontos negativos:
no Equador, o Campeonato foi paralisado no final do ano passado e até agora não
há data para a retomada das partidas. Já na Venezuela, foram definidos os
campeões do Apertura (Estudiantes de Guaricó) e Clausura (Flor de Patria), mas
as duas partidas que definiriam o campeão absoluto ainda não têm datas
determinadas.
Com tudo isto, vamos conferir a
lista de campeões:
ARGENTINA
Torneio Argentino: UAI Urquiza
BOLÍVIA
Torneio Nacional: San Martín de
Porres
BRASIL
Campeonato: Flamengo
Copa: Audax
CHILE
Apertura: Universidad de Chile
Clausura: Universidad de Chile
COLÔMBIA
Campeonato Nacional: Generaciones
Palmiranas
EQUADOR
Campeonato Equatoriano: Ainda não
foi finalizado e não há datas confirmadas para as próximas partidas.
PARAGUAI
Campeonato: Sportivo Limpeño
PERU
Campeonato: Universitário
URUGUAI
Campeonato: Colón
VENEZUELA
Apertura: Estudiantes de Guaricó
Clausura: Flor de Patria
Absoluto: Datas das partidas
entre Estudiantes de Guaricó e Flor de Patria ainda não foram confirmadas.
CONMEBOL
Libertadores: Sportivo
Limpeño
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Os campeões do futebol feminino no Brasil em 2016
Com todas as dificuldades, mesmo com a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil, o calendário do Futebol Feminino no Brasil
em 2016 foi encerrado nesta sexta-feira, dia 23, com o Botafogo conquistando o
Campeonato Paraibano. Com isso, apesar de não ser tão fácil conseguir
informações das competições em alguns estados, O Curioso do Futebol, contando
com as grandes ajudas de Felipe Augusto, do Série Z, de Rafael Alves,
do Planeta Futebol
Feminino, e Lu Castro, do Futebol para
Meninas, fez o levantamento dos campeões no Brasil.
Mas antes de falar de cada campeão, vamos tocar num assunto triste.
Muitas federações estaduais não organizaram campeonatos. Alguns lugares tiveram
competições paralelas, como Piauí, com a Copa Batom, e Roraima, com o Torneio
Municipal de Boa Vista. Outros, como Rondônia e Tocantins realizaram apenas uma
seletiva rápida para indicar uma equipe para a Copa do Brasil, o que vai acabar
em 2017, já que não haverá a competição mata mata nacional.
Porém, o pior ficou para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,
Rio Grande do Norte, Goiás (que tem uma equipe com bom trabalho na base, o
Aliança) e até Paraná, que tem o forte Foz Cataratas: não houve campeonatos
nestes lugares.
Porém, teremos futebol logo no início do ano. No Baiano, que tem um
calendário diferente das demais competições pelo Brasil, a bola já está rolando
e o campeão da temporada 2016/2017 deve ser definido em janeiro. Já em Santa
Catarina, o torneio iria acontecer agora, no fim do ano, mas com o luto devido
ao acidente aéreo com o time masculino da Chapecoense, a competição foi
suspensa e deve ocorrer no mês de janeiro.
Com tudo isso, vamos aos campeões:
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| Clique para ampliar a imagem |
Norte
Acre
Campeonato
Acreano: Assermurb
AMAZONAS
Campeonato
Amazonense: Iranduba
Amapá
Campeonato
Amapaense: Oratório
Pará
Campeonato
Paraense: Paysandu
Rondônia
Seletiva
para a Copa do Brasil: Porto Club
Roraima
Campeonato
de Boa Vista: Atlético Roraima
Tocantins
Torneio
Seletivo para a Copa do Brasil: Paraíso
Centro Oeste
Distrito federal
Campeonato Candango: Minas/ICESP
Goiás
Não houve competição
Mato Grosso
Não houve competição
Mato Grosso do Sul
Não houve competição
Campeonato Candango: Minas/ICESP
Goiás
Não houve competição
Mato Grosso
Não houve competição
Mato Grosso do Sul
Não houve competição
Sul
Paraná
Não vou competição
Rio Grande Do Sul
Campeonato Gaúcho: Duda / Canoas
Santa Catarina
Paralisado por luto. Deve retornar no início de 2017
Não vou competição
Rio Grande Do Sul
Campeonato Gaúcho: Duda / Canoas
Santa Catarina
Paralisado por luto. Deve retornar no início de 2017
Sudeste
Espírito Santo
Campeonato Capixaba: Vila Nova
Minas Gerais
Campeonato Mineiro: América
Rio de Janeiro
Campeonato Carioca: Flamengo
São Paulo
Campeonato Paulista: Rio Preto
Campeonato Capixaba: Vila Nova
Minas Gerais
Campeonato Mineiro: América
Rio de Janeiro
Campeonato Carioca: Flamengo
São Paulo
Campeonato Paulista: Rio Preto
Nordeste
Alagoas
Copa Rainha Marta: União Desportiva
Bahia
Campeonato Baiano 2015/2016: São Francisco
(O campeonato Baiano 2016/2017 já está rolando e a decisão deve ser em janeiro)
Ceará
Campeonato Cearense: Menina Olímpica
Maranhão
Campeonato Maranhense: Viana
Paraíba
Campeonato Paraibano: Botafogo
Pernambuco
Campeonato Pernambucano: Vitória de Santo Antão
Piauí
Copa Batom: Tiradentes
Rio Grande Do Norte
Não houve competição
Sergipe
Campeonato Sergipano: Boca Júnior
Copa Rainha Marta: União Desportiva
Bahia
Campeonato Baiano 2015/2016: São Francisco
(O campeonato Baiano 2016/2017 já está rolando e a decisão deve ser em janeiro)
Ceará
Campeonato Cearense: Menina Olímpica
Maranhão
Campeonato Maranhense: Viana
Paraíba
Campeonato Paraibano: Botafogo
Pernambuco
Campeonato Pernambucano: Vitória de Santo Antão
Piauí
Copa Batom: Tiradentes
Rio Grande Do Norte
Não houve competição
Sergipe
Campeonato Sergipano: Boca Júnior
Competições Nacionais
Brasileirão: Flamengo
Copa do Brasil: Audax
Copa do Brasil: Audax
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Craques revelados pela Copinha (vídeo)
A 48ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior terá início em 2 de janeiro e será encerrada no dia 25 do mesmo mês, no estádio do Pacaembu, onde tradicionalmente ocorre a decisão.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Eu e a arquibancada
Por Mauro Cezar Pereira
Em seus tempos de rádio, Kléber Leite, flamenguista assumido desde sempre, costumava dizer que "ninguém é filho de chocadeira". Era uma maneira de lembrar que todos na imprensa esportiva têm suas cores, uma história de torcedor.
Nasci em Niterói (RJ). Uma conclusão quase óbvia é meu time de infância ser carioca. Repórter, cobri os quatro grandes do Rio de Janeiro. Houve um clube onde os dirigentes não gostavam nem um pouco de minhas matérias. Aos colegas perguntavam pra quem torcia quando liam o que os desagradava. Ao ouvir a resposta, duvidavam.
Isso me deixava orgulhoso, sinal de que estava separando bem trabalho e minha história de arquibancada. Nem poderia dizer que estava sabendo isolar sentimento e jornalismo porque minha profissão é uma grande paixão, ela sempre fica acima.
É como ganho a vida e distorcer os fatos não passaria de tolice, que não faria o pênalti perdido entrar ou o goleiro defender a bola que foi às redes. E não estaria sendo honesto comigo mesmo, menos ainda com quem nos acompanha, lê, ouve.
Há colegas que dizem para quem torcem quando perguntados, outros declaram abertamente e tem quem não revele nem sob tortura. Não costumo falar sobre isso por achar irrelevante no exercício de minha profissão. Qual a importância disso, afinal?
Desde 2004 na ESPN, sempre mantive tal posição. Não se trata de "esconder", "não assumir", "disfarçar". Só não acho importante. Se um jogador nasce torcedor de um time e mais tarde defende o rival ele é "profissional". Por que jornalistas não podem ser?
Afirmo que não há torcida de time grande que jamais tenha se irritado com meus comentários e textos nesses 12 anos, o que encaro como parte da missão. Duro é o comentarista não despertar reações, ser ignorado por não dizer nada.
Há casos em que, depois, voltam atrás e até concordam comigo. Em outros isso não acontece, inclusive porque o futebol mexe com os corações e vivemos tempos de intolerância com qualquer opinião que não se pareça com as das pessoas.
Gostaria de ir mais vezes a estádios, mas nem sempre é possível, pois geralmente trabalhamos durante as rodadas. Mas quando dá, lá estou. Não sou e jamais serei o tal "jornalista de ar condicionado". E levo a sério a máxima "não quero cadeira numerada". E por aparições na arquibancada, tenho sido "acusado" de torcer pelo Flamengo.
Alguns tentam me rotular como "tendencioso". Generoso que sou, para facilitar o entendimento elaborei uma listinha (abaixo) com alguns textos meus e vídeos. Os comentários não seriam chancelados pela assessoria de imprensa rubro-negra.
Se depois de ler e ouvir alguém insistir em tal tese, paciência. Apenas respeitarei o direito que as pessoas têm de parecerem idiotas. Pois em 2016 o Pacaembu virou "Maracanã", ficou parecido com meu velho habitat. Lá estive e continuarei indo.
Patrulha alguma vai me tirar tal direito. Ainda mais de quem me "condena", mas aplaude JORNALISTAS que torcem pelos SEUS times e vibram quando os mesmos são vistos e/ou fotografados no meio de SUAS torcidas. Tacanho, não?
Gente que age assim é tão patética que esquece o óbvio: pagam para ver jogadores que jamais torceram por seus clubes. Que vestem a camisa tão amada pelo dinheiro. Sim, por dinheiro. É como funciona o futebol profissional.
Mas querem patrulhar jornalistas pelo histórico de torcedor. Se preocupam com isso como se fosse revelante, mas ficam incomodadinhos ao saberem que o comentarista — que NÃO é pago pelo clube — não torce para o time DELE. Como se os jogadores torcessem! Ah ah. Deve ser preciso fazer força para alcançar tal nível de estupidez.
Nunca ganhei um centavo de clube de futebol. Jamais prestei serviços a qualquer agremiação. Em meus 33 anos de jornalismo, dentro ou fora do esporte, sempre recebi minha remuneração das empresas para as quais trabalhei e trabalho.
Não é meu objetivo, amo o que faço, mas se um dia atuar profissionalmente em um clube, seja qual for, serei assessor de imprensa ou algo do gênero. Não acumularei funções em veículos de comunicação, pois é absolutamente incompatível.
Seguirei do lado de cá do balcão, e num dia de folga, posso aparecer numa arquibancada. Pagando pelo ingresso, como você. Aqui ou na Argentina, onde existe um time que, pela sua incomparável torcida, me cativou há mais de duas décadas.
Minha filha torce pelo Palmeiras. Quando mais nova, a levei muitas vezes ao Palestra Itália. Lá, compartilhávamos a paixão pelo futebol. Quando o clube completou 100 anos, escrevi, de coração, um texto em homenagem — clique aqui e confira.
Muitos que leram me perguntaram qual era o adversário da Academia — assim chamada, como o querido Racing Club — comandada por Ademir da Guia naquela noite no Maracanã. Já que desejam tanto saber... Ora, ele vestia vermelho e preto.
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Presidente de clube - mocinho ou vilão? - Parte 2 (vídeo)
Um dos cargos, se não o maior deles, de mais importância dentro de um clube: o presidente.
- O que faz?
- Como vive?
- Como torce?
- Como se sustenta?
- O que bebe?
- Onde mora?
Bem, não respondemos todas estas perguntas, mas explicamos o que o "presida" faz. Se liga aí no vídeo!
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Por que tem tanto flamenguista no Nordeste? (vídeo)
Onde quer que vá jogar, o Flamengo sempre conta com o maciço apoio da sua torcida. Em visita ao nordeste, eu encontrei muuuuuuuitos flamenguistas. Então, quero saber: por que tem tanto flamenguista no nordeste?
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terça-feira, 4 de outubro de 2016
Minha experiência ao ir até o estádio de futebol (vídeo)
Eu fui até o estádio Allianz Parque, assistir a partida entre Palmeiras x Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro. Neste vídeo conto como foi desde o momento de comprar os ingressos até voltar pra casa depois do jogo.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2016
BASTIDORES DE PALMEIRAS x FLAMENGO 2016 (vídeo)
Confira a chegada até o estádio Allianz Parque para esta partida, que é decisiva para a liderança do Campeonato Brasileiro.
Palmeiras x Flamengo - 14/09/2016 - Campeonato Brasileiro 25º rodada
Palmeiras x Flamengo - 14/09/2016 - Campeonato Brasileiro 25º rodada
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Brasileirão tem 42 estrangeiros; Cruzeiro é o mais "internacional"
O venezuelano Luis Manuel Seijas e o peruano Christian Cueva deverão fazer nesta quarta-feira suas estreias como titulares por Internacional e São Paulo, respectivamente. Além de ajudarem suas equipes dentro de campo, eles serão responsáveis por aumentar o número de estrangeiros no Campeonato Brasileiro.
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| Foto: Luis Seijas / GazetaPress |
Até a 11ª rodada, 40 jogadores de outros países já entraram em campo. Destaques para o uruguaio De Arrascaeta (Cruzeiro), o camaronês Joel (Santos), o argentino Centurión (São Paulo) e o colombiano Reinaldo Lenis (Sport), que foram os que mais jogaram: nove vezes.
Depois deles, vêm os que possuem oito presenças no Brasileirão: o goleiro paraguaio Gatito Fernández (Figueirense) e o zagueiro uruguaio Diego Lugano (São Paulo).
O país que mais tem representantes no Brasil é a Argentina. que já teve 12 atletas em campo no Nacional. Colômbia e Paraguai (sete cada), Equador e Uruguai (quatro cada), Chile (dois), Venezuela, Peru, Camarões e Costa Rica (um cada).
Ao todo, nos 20 clubes da Série A, são 60 atletas estrangeiros nos elencos de cada um, sendo que 20 deles - incluindo Seijas e Cueva - ainda não estrearam na competição. Os únicos que não têm jogadores de outros países são América-MG, Fluminense e Ponte Preta.
Veja, clube a clube, os jogadores estrangeiros no Brasileirão:
América-MG: nenhum
Atlético-MG:
Frickson Erazo (Equador) - 4 jogos, 0 gol.
Juan Cazares (Equador) - 5 jogos, 4 gols.
Jesús Dátolo (Argentina) - 3 jogos, 0 gol.
Lucas Pratto (Argentina) - não jogou
Atlético-PR:
Bruno Pereirinha (Portugal) - não jogou
Fernando Barrientos (Argentina) - não jogou
Botafogo:
Joel Carli (Argentina) - 1 jogo, 0 gol.
Damián Lizio (Bolívia) - não jogou
Gervasio Nuñez (Argentina) - 7 jogos, 0 gol.
Juan Salgueiro (Uruguai) - 7 jogos, 0 gol.
Gustavo Canales (Chile) - não jogou
Chapecoense:
Alejandro Martinuccio (Argentina) - não jogou
Martín Alaniz (Uruguai) - não jogou
Corinthians:
Fabián Balbuena (Paraguai) - 5 jogos, 0 gol.
Ángel Romero (Paraguai) - 5 jogos, 1 gol.
Coritiba:
Nery Bareiro (Paraguai) - 1 jogo, 1 gol.
César Benítez (Paraguai) - 2 jogos, 0 gol.
Luis Cáceres (Coritiba) - não jogou
César González (Venezuela) - 6 jogos, 0 gol.
Kazim Richards (Turquia) - não jogou
Jorge Ortega (Paraguai) - 4 jogos, 1 gol.
Cruzeiro:
Ariel Cabral (Argentina) - 4 jogos, 0 gol
Lucas Romero (Argentina) - 7 jogos, 0 gol.
Sánchez Miño (Argentina) - 4 jogos, 0 gol
Federico Gino (Uruguai) - 2 jogos, 0 gol.
Giorgian De Arrascaeta (Uruguai) - 9 jogos, 4 gols.
Matías Pisano (Argentina) - 3 jogos, 0 gol.
Duvier Riascos (Colômbia) - 7 jogos, 1 gol.
Ramón Ábila (Argentina) - não jogou
Figueirense:
Gatito Fernández (Paraguai) - 8 jogos, 0 gol.
Michael Ortega (Colômbia) - 5 jogos, 0 gol.
Flamengo:
Héctor Canteros (Argentina) - não jogou
Gustavo Cuéllar (Colômbia) - 7 jogos, 0 gol.
Federico Mancuello (Argentina) - 6 jogos, 0 gol.
Paolo Guerrero (Peru) - 3 jogos, 1 gol.
Fluminense: nenhum
Grêmio:
Miller Bolaños (Equador) - 2 jogos, 0 gol.
Internacional:
Paulo Cézar Magalhaes (Chile) - 1 jogo, 0 gol.
Luis Seijas (Venezuela) - não jogou
Ariel Nahuelpán (Argentina) - não jogou
Palmeiras:
Yerry Mina (Colômbia) - não jogou
Agustín Allione (Argentina) - não jogou
Lucas Barrios (Paraguai) - 1 jogo, 0 gol.
Jonathan Cristaldo (Argentina) - 3 jogos, 1 gol.
Ponte Preta: nenhum
Santa Cruz:
Alex Bolaño (Equador) - 3 jogos, 0 gol.
Santos:
Edwin Valencia (Colômbia) - 1 jogo, 0 gol.
Emiliano Vecchio (Argentina) - não jogou
Joel (Camarões) - 9 jogos, 2 gols.
Maxi Rolón (Argentina) - 2 jogos, 0 gol.
Jonathan Copete (Colômbia) - não jogou
São Paulo:
Diego Lugano (Uruguai) - 8 jogos, 2 gols.
Eugenio Mena (Chile) - não jogou
Christian Cueva (Peru) - não jogou
Ricardo Centurión (Argentina) - 9 jogos, 0 gol.
Jonathan Calleri (Argentina) - 4 jogos, 3 gols.
Wilder Guisao (Colômbia) - 1 jogo, 0 gol.
Sport:
Oswaldo Henríquez (Colômbia) - 3 jogos, 0 gol.
Reinaldo Lenis (Colômbia) - 9 jogos, 0 gol.
Mark González (Chile) - 2 jogos, 0 gol.
Rodney Wallace (Costa Rica) - 5 jogos, 2 gols.
Vitória:
Rodrigo Ramallo (Bolívia) - não jogou.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Spartak aceita emprestar Welliton. Palmeiras pode entrar na briga com Flamengo pelo atacante
O Spartak Moscou (RUS) autorizou o empresário Jorge Machado, que represente o clube no Brasil, a negociar o atacante Welliton (ex-Goiás) com uma equipe do país.
De acordo com Machado, o Spartak aceita emprestar o atleta por um ano, sem custo para o clube interessado, que pagaria apenas os salários do atleta.
Por conta da proximidade, ocasionada com a contratação do meia Roni, a diretoria do Palmeiras deve consultar o empresário d e Welliton, Eduardo Uram, para saber valores.
O jogador de 26 anos tem contrato com o time russo até julho de 2014.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Hooligans brasileiros x torcida organizada parte V
"The Real Football Factories" (2006) é uma série inglesa de documentários sobre hooligans, que começou viajando o Reino Unido para depois ganhar o mundo, em 2007. O apresentador e ator Danny Dyer viajou por vários países, entre eles Turquia, Argentina, Rússia, Sérvia e Brasil, para mostrar a rivalidade originada no futebol, que acaba ganhando contornos de guerra.
Em seu episódio brasileiro, mostra as maiores torcidas organizadas de Rio, São Paulo e Porto Alegre - Jovem Fla, Força Jovem Vasco, Mancha Verde, Gaviões da Fiel, Camisa 12 e a Geral do Grêmio - através de depoimentos de seus presidentes e outros integrantes, que falam sobre a história de cada uma delas e sobre brigas com as torcidas rivais. O orgulho em contar suas 'vitórias' e a disponibilidade para matar e morrer por suas cores são características comuns a todas as torcidas organizadas exibidas.
O filme mostra a visão de alguém de fora do país, totalmente assustado com a violência praticada pelas Torcidas Organizadas, principalmente com o uso de armas de fogo nos confrontos. Assim, a realidade do Brasil é narrada com uma lente de aumento, voltada para o lado que o "Brasil do samba e do carnaval" tanto lutou pra esconder.
Parte V - Mancha Verde é atacada (clique aqui)
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Hooligans brasileiros x torcida organizada parte IV
"The Real Football Factories" (2006) é uma série inglesa de documentários sobre hooligans, que começou viajando o Reino Unido para depois ganhar o mundo, em 2007. O apresentador e ator Danny Dyer viajou por vários países, entre eles Turquia, Argentina, Rússia, Sérvia e Brasil, para mostrar a rivalidade originada no futebol, que acaba ganhando contornos de guerra.
Em seu episódio brasileiro, mostra as maiores torcidas organizadas de Rio, São Paulo e Porto Alegre - Jovem Fla, Força Jovem Vasco, Mancha Verde, Gaviões da Fiel, Camisa 12 e a Geral do Grêmio - através de depoimentos de seus presidentes e outros integrantes, que falam sobre a história de cada uma delas e sobre brigas com as torcidas rivais. O orgulho em contar suas 'vitórias' e a disponibilidade para matar e morrer por suas cores são características comuns a todas as torcidas organizadas exibidas.
O filme mostra a visão de alguém de fora do país, totalmente assustado com a violência praticada pelas Torcidas Organizadas, principalmente com o uso de armas de fogo nos confrontos. Assim, a realidade do Brasil é narrada com uma lente de aumento, voltada para o lado que o "Brasil do samba e do carnaval" tanto lutou pra esconder.
Parte IV - Porto Alegre (clique aqui)
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Hooligans brasileiros x torcida organizada parte III
"The Real Football Factories" (2006) é uma série inglesa de documentários sobre hooligans, que começou viajando o Reino Unido para depois ganhar o mundo, em 2007. O apresentador e ator Danny Dyer viajou por vários países, entre eles Turquia, Argentina, Rússia, Sérvia e Brasil, para mostrar a rivalidade originada no futebol, que acaba ganhando contornos de guerra.
Em seu episódio brasileiro, mostra as maiores torcidas organizadas de Rio, São Paulo e Porto Alegre - Jovem Fla, Força Jovem Vasco, Mancha Verde, Gaviões da Fiel, Camisa 12 e a Geral do Grêmio - através de depoimentos de seus presidentes e outros integrantes, que falam sobre a história de cada uma delas e sobre brigas com as torcidas rivais. O orgulho em contar suas 'vitórias' e a disponibilidade para matar e morrer por suas cores são características comuns a todas as torcidas organizadas exibidas.
O filme mostra a visão de alguém de fora do país, totalmente assustado com a violência praticada pelas Torcidas Organizadas, principalmente com o uso de armas de fogo nos confrontos. Assim, a realidade do Brasil é narrada com uma lente de aumento, voltada para o lado que o "Brasil do samba e do carnaval" tanto lutou pra esconder.
Parte III - São Paulo (clique aqui)
domingo, 30 de dezembro de 2012
Hooligans brasileiros x torcida organizada parte II
"The Real Football Factories" (2006) é uma série inglesa de documentários sobre hooligans, que começou viajando o Reino Unido para depois ganhar o mundo, em 2007. O apresentador e ator Danny Dyer viajou por vários países, entre eles Turquia, Argentina, Rússia, Sérvia e Brasil, para mostrar a rivalidade originada no futebol, que acaba ganhando contornos de guerra.
Em seu episódio brasileiro, mostra as maiores torcidas organizadas de Rio, São Paulo e Porto Alegre - Jovem Fla, Força Jovem Vasco, Mancha Verde, Gaviões da Fiel, Camisa 12 e a Geral do Grêmio - através de depoimentos de seus presidentes e outros integrantes, que falam sobre a história de cada uma delas e sobre brigas com as torcidas rivais. O orgulho em contar suas 'vitórias' e a disponibilidade para matar e morrer por suas cores são características comuns a todas as torcidas organizadas exibidas.
O filme mostra a visão de alguém de fora do país, totalmente assustado com a violência praticada pelas Torcidas Organizadas, principalmente com o uso de armas de fogo nos confrontos. Assim, a realidade do Brasil é narrada com uma lente de aumento, voltada para o lado que o "Brasil do samba e do carnaval" tanto lutou pra esconder.
Parte II - Rio de Janeiro e São Paulo (clique aqui)
sábado, 29 de dezembro de 2012
Hooligans brasileiros x torcida organizada
"The Real Football Factories" (2006) é uma série inglesa de documentários sobre hooligans, que começou viajando o Reino Unido para depois ganhar o mundo, em 2007. O apresentador e ator Danny Dyer viajou por vários países, entre eles Turquia, Argentina, Rússia, Sérvia e Brasil, para mostrar a rivalidade originada no futebol, que acaba ganhando contornos de guerra.
Em seu episódio brasileiro, mostra as maiores torcidas organizadas de Rio, São Paulo e Porto Alegre - Jovem Fla, Força Jovem Vasco, Mancha Verde, Gaviões da Fiel, Camisa 12 e a Geral do Grêmio - através de depoimentos de seus presidentes e outros integrantes, que falam sobre a história de cada uma delas e sobre brigas com as torcidas rivais. O orgulho em contar suas 'vitórias' e a disponibilidade para matar e morrer por suas cores são características comuns a todas as torcidas organizadas exibidas.
O filme mostra a visão de alguém de fora do país, totalmente assustado com a violência praticada pelas Torcidas Organizadas, principalmente com o uso de armas de fogo nos confrontos. Assim, a realidade do Brasil é narrada com uma lente de aumento, voltada para o lado que o "Brasil do samba e do carnaval" tanto lutou pra esconder.
Parte I - Rio de Janeiro (clique aqui)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Vamos refrescar a memória do Jorge Henrique . . .
Após o empate entre Corinthians e Bahia, em 1 a 1, no sábado (20/10), o atacante Jorge Henrique negou qualquer 'entrega' por parte alvinegra para a equipe baiana a fim de prejudicar o Palmeiras. No entanto, lembrou de uma partida em 2010 para alfinetar os arquirrivais.
“Com que cara você chega em casa para olhar para o seu filho? A gente faz o que a gente gosta. A gente tem que dar o melhor dentro de campo para essa torcida maravilhosa. Todo mundo viu o que aconteceu em 2010, e o hoje eles pagam por isso. A cada jogo a gente vai lutar para vencer. A gente tem dignidade e temos que mostrar que temos valor para a nossa família”, disse.
Relembrando:
Em 2010, o Palmeiras foi rival do Fluminense, que então brigava pelo título com o Corinthians, na penúltima rodada do Brasileirão. Jogando em casa, o time alviverde até saiu na frente, mas acabou tomando a virada, que virou polêmica por prejudicar os arquirrivais. Desde então, a CBF implementou clássicos nas rodadas finais da competição para evitar possíveis ‘entregadas’.
Neste jogo, o Palmeiras não perdeu de propósito para o Fluminense. Apesar da intensa campanha feita pela própria torcida, os jogadores entraram em campo e atuaram normalmente. É necessário lembrar que a equipe já sofria com suas limitações técnicas e não possuía mais grandes ambições no Brasileirão, pois vinha apostando suas fichas na Copa Sul-Americana, de onde acabou sendo eliminada pelo Goiás em pleno estádio do Pacaembu. Nesta partida o goleiro Deola brilhou em diversos momentos fazendo grandes defesas.
Diferentemente do que aconteceu em 2009, em uma situação um pouco diferente.
Relembrando 2:
Naquela época, o Verdão era comandado pelo técnico Muricy Ramalho. O meio-campo alviverde era composto por Cleiton Xavier e Diego Souza, ambos em grande fase. A equipe havia feito um bom campeonato, derrapou nas últimas rodadas, mas ainda havia chances de título.
Na penúltima rodada quatro equipes ainda brigavam pelo Brasileirão: Palmeiras, São Paulo, Internacional e Flamengo, de Petkovic e Adriano.
No domingo, o Rubro-negro venceu por 2 a 0 o Corinthians, na época com Ronaldo, Elias, o próprio Jorge Henrique, Souza, Jucilei e o goleiro Felipe.
Fato é que, aos 47 minutos do segundo tempo o Flamengo sofreu pênalti e o lateral Léo Moura bateu no canto direito da meta corintiana. Na hora, Felipe ficou parado no meio do gol, facilitando o gol e, consequentemente, a vitória carioca, que resultou em título na rodada seguinte.
Basta comparar as duas situações para concluir que a suposta 'entrega' do goleiro Felipe foi muito mais clara do que a 'entrega' do time do Palmeiras, principalmente pelo gol de Dinei, que na época, assim como toda sua passagem pelo Verdão, foi muito contestado e buscava se firmar no time.
Sendo assim, Jorge Henrique deveria forçar um pouco mais a memória e não dizer 'desta água não beberei'.
Em tempo: Não vi entrega por parte do Corinthians no jogo, apenas acho que o técnico Tite está poupando seus jogadores visando o jogo do Mundial de Clubes. Lembrando que o time não está jogando bem já há algum tempo.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Palmeiras veta Riquelme
Por Paulo Vinícius Coelho
Riquelme já foi oferecido ao Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro, desde o anúncio de que deixaria o Boca Juniors, minutos depois da derrota na final da Libertadores contra o Corinthians -- a torcida pede sua permanência na Argentina. Quem oferece seu serviço é o agente Paulo Ricard.
No Brasil, um dos clubes já diz NÃO taxativamente à ideia de contratar Juan Román Riquelme: o Palmeiras. O presidente Arnaldo Tirone diz que não há chance, pelo custo, e porque Felipão pondera se na idade atual Riquelme valeria a pena. "O Felipão não quer", diz Tirone.
De fato, se Riquelme anunciou sua desistência de jogar pelo Boca, afirmando não poder continuar no clube que ama sem oferecer o máximo, por que jogaria no Brasil sem poder atuar no ápice de sua condição física? Felipão tem razão.
O Flamengo pensa em Riquelme e o Cruzeiro julga quase impossível sua contratação. Mas tomou uma providência. O clube investigou se Paulo Ricard é mesmo procurador de Riquelme, autorizado para trabalhar no Brasil. O resulatdo da investigação é que NÃO. Paulo Ricard não tem essa autonomia. O agente Daniel Bolotnikov é o único autorizado a trabalhar em nome de Riquelme.
Na Argentina, o jogador não sabe o que fará. Nos próximos dias, pode até mesmo anunciar o encerramento de sua carreira.
terça-feira, 10 de julho de 2012
O Brasil não pode virar Qatar
Por Luís Carlos Quartarollo
O Brasil sempre foi um país revelador de jogadores.
Antigamente só comprava bons jogadores uruguaios, argentinos e chilenos.
Paraguaios não eram muitos. Aconteceu mais na última década com Arce, Gamarra e outros menos votados.
Alguns defendem que da América do Sul se deve contratar apenas uruguaios e argentinos.
De outros países só gênios confirmados, o que é impossível definir a primeira vista.
Quem dispensaria um Elias Figueroa? Quem dispensaria um Gamarra?
Dois jogadores muito acima da média que não entram no primeiro quesito de nacionalidade, mas na verdade são mesmo exceções.
Agora o futebol brasileiro tem dinheiro na conta. Os clubes continuam na sua maioria mal administrados e endividados, mas o dinheiro está entrando muito mais que antes e as contas se equilibram no final.
Há clubes que têm um grande passivo, mas têm também muito a receber agora da TV e da publicidade.
Até poucos anos o Eldorado era o Qatar ou seus vizinhos árabes, agora o Brasil também entrou na mira de jogadores veteranos que querem um último grande contrato.
Começou com Ronaldo dispensado pela Europa onde não tinha mais espaço para jogar e ajudou o Corinthians a alavancar a sua conta e se organizar.
Outros vieram como Ronaldinho Gaúcho que deixou o Flamengo louco e tenta provar no Atlético Mineiro que ainda pode dar um caldo.
O Internacional traz Diego Forlan que não tinha mais espaço na Europa, não pelo menos em times de ponta.
Aliás, com todo respeito, Forlan foi sucesso em time médio como o Atlético de Madrid. Na Inter de Milão fracassou rotundamente.
Outro que chegou depois de exaurido até o fim na carreira européia é Seedorf.
Chega com ares de novo ídolo do Botafogo depois de ter participado pouco da campanha do Milan na última temporada. Não tem fôlego para jogar no calendário brasileiro.
Não poderá ser utilizado em todas as partidas.
Agora fala-se em Riquelme, 33 anos de idade, no Palmeiras também por contrato exorbitante.
Todos vêm ganhando muito alto mesmo para o novo rico padrão brasileiro.
É preciso tomar cuidado. Talvez este dinheiro bem gasto com a base dê muito mais retorno no futuro do que ficar apostando num bando de aposentados que só jogarão mais um tempinho e depois dirão adeus Brasil.
O Brasil não é o Qatar. Ainda.
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