Tal como foi o vídeo - TIME DOS YOUTUBERS - Kéfera, Whindersson, Julio Cocielo, Castanhari, Rafinha Bastos, e o TIME DOS YOUTUBERS - PARTE 2 (Cauê Moura, Igão Underground, Celso Portiolli, Felipe Neto, Maju Trindade e Cid Cidoso, aqui estão os times de outros youtubers famosos.
Alguns eu curto, outros nem tanto, principalmente agora que eu sei pra quais times eles torcem (rs, brincadeira).
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quarta-feira, 10 de maio de 2017
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
O que é morrinho artilheiro? (vídeo)
Ele faz parte do jogo de futebol, pode aparecer e decidir um jogo e nunca vai para o departamento médico ou recebe um cartão. Assista este vídeo e descubra quem é o morrinho artilheiro.
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quinta-feira, 30 de junho de 2016
Brasileirão tem 42 estrangeiros; Cruzeiro é o mais "internacional"
O venezuelano Luis Manuel Seijas e o peruano Christian Cueva deverão fazer nesta quarta-feira suas estreias como titulares por Internacional e São Paulo, respectivamente. Além de ajudarem suas equipes dentro de campo, eles serão responsáveis por aumentar o número de estrangeiros no Campeonato Brasileiro.
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| Foto: Luis Seijas / GazetaPress |
Até a 11ª rodada, 40 jogadores de outros países já entraram em campo. Destaques para o uruguaio De Arrascaeta (Cruzeiro), o camaronês Joel (Santos), o argentino Centurión (São Paulo) e o colombiano Reinaldo Lenis (Sport), que foram os que mais jogaram: nove vezes.
Depois deles, vêm os que possuem oito presenças no Brasileirão: o goleiro paraguaio Gatito Fernández (Figueirense) e o zagueiro uruguaio Diego Lugano (São Paulo).
O país que mais tem representantes no Brasil é a Argentina. que já teve 12 atletas em campo no Nacional. Colômbia e Paraguai (sete cada), Equador e Uruguai (quatro cada), Chile (dois), Venezuela, Peru, Camarões e Costa Rica (um cada).
Ao todo, nos 20 clubes da Série A, são 60 atletas estrangeiros nos elencos de cada um, sendo que 20 deles - incluindo Seijas e Cueva - ainda não estrearam na competição. Os únicos que não têm jogadores de outros países são América-MG, Fluminense e Ponte Preta.
Veja, clube a clube, os jogadores estrangeiros no Brasileirão:
América-MG: nenhum
Atlético-MG:
Frickson Erazo (Equador) - 4 jogos, 0 gol.
Juan Cazares (Equador) - 5 jogos, 4 gols.
Jesús Dátolo (Argentina) - 3 jogos, 0 gol.
Lucas Pratto (Argentina) - não jogou
Atlético-PR:
Bruno Pereirinha (Portugal) - não jogou
Fernando Barrientos (Argentina) - não jogou
Botafogo:
Joel Carli (Argentina) - 1 jogo, 0 gol.
Damián Lizio (Bolívia) - não jogou
Gervasio Nuñez (Argentina) - 7 jogos, 0 gol.
Juan Salgueiro (Uruguai) - 7 jogos, 0 gol.
Gustavo Canales (Chile) - não jogou
Chapecoense:
Alejandro Martinuccio (Argentina) - não jogou
Martín Alaniz (Uruguai) - não jogou
Corinthians:
Fabián Balbuena (Paraguai) - 5 jogos, 0 gol.
Ángel Romero (Paraguai) - 5 jogos, 1 gol.
Coritiba:
Nery Bareiro (Paraguai) - 1 jogo, 1 gol.
César Benítez (Paraguai) - 2 jogos, 0 gol.
Luis Cáceres (Coritiba) - não jogou
César González (Venezuela) - 6 jogos, 0 gol.
Kazim Richards (Turquia) - não jogou
Jorge Ortega (Paraguai) - 4 jogos, 1 gol.
Cruzeiro:
Ariel Cabral (Argentina) - 4 jogos, 0 gol
Lucas Romero (Argentina) - 7 jogos, 0 gol.
Sánchez Miño (Argentina) - 4 jogos, 0 gol
Federico Gino (Uruguai) - 2 jogos, 0 gol.
Giorgian De Arrascaeta (Uruguai) - 9 jogos, 4 gols.
Matías Pisano (Argentina) - 3 jogos, 0 gol.
Duvier Riascos (Colômbia) - 7 jogos, 1 gol.
Ramón Ábila (Argentina) - não jogou
Figueirense:
Gatito Fernández (Paraguai) - 8 jogos, 0 gol.
Michael Ortega (Colômbia) - 5 jogos, 0 gol.
Flamengo:
Héctor Canteros (Argentina) - não jogou
Gustavo Cuéllar (Colômbia) - 7 jogos, 0 gol.
Federico Mancuello (Argentina) - 6 jogos, 0 gol.
Paolo Guerrero (Peru) - 3 jogos, 1 gol.
Fluminense: nenhum
Grêmio:
Miller Bolaños (Equador) - 2 jogos, 0 gol.
Internacional:
Paulo Cézar Magalhaes (Chile) - 1 jogo, 0 gol.
Luis Seijas (Venezuela) - não jogou
Ariel Nahuelpán (Argentina) - não jogou
Palmeiras:
Yerry Mina (Colômbia) - não jogou
Agustín Allione (Argentina) - não jogou
Lucas Barrios (Paraguai) - 1 jogo, 0 gol.
Jonathan Cristaldo (Argentina) - 3 jogos, 1 gol.
Ponte Preta: nenhum
Santa Cruz:
Alex Bolaño (Equador) - 3 jogos, 0 gol.
Santos:
Edwin Valencia (Colômbia) - 1 jogo, 0 gol.
Emiliano Vecchio (Argentina) - não jogou
Joel (Camarões) - 9 jogos, 2 gols.
Maxi Rolón (Argentina) - 2 jogos, 0 gol.
Jonathan Copete (Colômbia) - não jogou
São Paulo:
Diego Lugano (Uruguai) - 8 jogos, 2 gols.
Eugenio Mena (Chile) - não jogou
Christian Cueva (Peru) - não jogou
Ricardo Centurión (Argentina) - 9 jogos, 0 gol.
Jonathan Calleri (Argentina) - 4 jogos, 3 gols.
Wilder Guisao (Colômbia) - 1 jogo, 0 gol.
Sport:
Oswaldo Henríquez (Colômbia) - 3 jogos, 0 gol.
Reinaldo Lenis (Colômbia) - 9 jogos, 0 gol.
Mark González (Chile) - 2 jogos, 0 gol.
Rodney Wallace (Costa Rica) - 5 jogos, 2 gols.
Vitória:
Rodrigo Ramallo (Bolívia) - não jogou.
Este post foi visto antes aqui.
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Barcos, dois golaços para levantar o astral do Palmeiras
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| Foto: Nelson Almeida/AFP |
Por Roberto Avallone
Foram dois gols espetaculares, dignos de um craque- matador: no primeiro, Hernán Barcos, dentro da área, matou a bola no peito e, na saída do bom goleiro Jefferson, teve categoria para mandar a bola no alto das redes: no segundo gol, Barcos apanhou a bola fora da área, girou o corpo, fintou sutilmente um zagueiro e emendou de canhota para o ângulo direito do goleiro do Botafogo.
Dois golaços!
E eles foram a diferença neste jogo entre Palmeiras e Botafogo, que estrearam na Copa Sul- Americana, em Barueri. No primeiro tempo, até que o Botafogo esteve melhor, chutando uma bola no travessão (Andrezinho) e tendo uma outra chance, no chute de Vítor Júnior que o goleiro Bruno defendeu. O Palmeiras não tinha organização no meio-campo.
Depois, com a entrada de Obina para fazer companhia a Barcos (saindo Mazinho) e, após o intervalo com Fernandinho no lugar de Maikon Leite, o Palmeiras se recompôs e teve o artilheiro capaz de desequilibrar. E de acabar com o jogo. Graças à ele, Barcos, foi boa a vantagem obtida neste jogo inicial, abrindo o caminho para ver com otimismo o jogo da volta (daqui a três semanas, no Rio) e contar com excelente chance de classificação para a próxima fase da Sul- Americana.
Mais importante do que tudo isso, no entanto, essa vitória e os belos gols de Barcos podem levantar o astral do Palmeiras no Campeonato Brasileiro, onde ocupa a zona da degola e preocupa a torcida. Às vezes, um triunfo assim, com o primor de atuação de seu artilheiro, é capaz de fazer a equipe recuperar a autoconfiança abalada pelos últimos insucessos no Campeonato Brasileiro.
E Barcos é, em minha opinião, o melhor reforço do Palmeiras dos últimos tempos.
terça-feira, 10 de julho de 2012
O Brasil não pode virar Qatar
Por Luís Carlos Quartarollo
O Brasil sempre foi um país revelador de jogadores.
Antigamente só comprava bons jogadores uruguaios, argentinos e chilenos.
Paraguaios não eram muitos. Aconteceu mais na última década com Arce, Gamarra e outros menos votados.
Alguns defendem que da América do Sul se deve contratar apenas uruguaios e argentinos.
De outros países só gênios confirmados, o que é impossível definir a primeira vista.
Quem dispensaria um Elias Figueroa? Quem dispensaria um Gamarra?
Dois jogadores muito acima da média que não entram no primeiro quesito de nacionalidade, mas na verdade são mesmo exceções.
Agora o futebol brasileiro tem dinheiro na conta. Os clubes continuam na sua maioria mal administrados e endividados, mas o dinheiro está entrando muito mais que antes e as contas se equilibram no final.
Há clubes que têm um grande passivo, mas têm também muito a receber agora da TV e da publicidade.
Até poucos anos o Eldorado era o Qatar ou seus vizinhos árabes, agora o Brasil também entrou na mira de jogadores veteranos que querem um último grande contrato.
Começou com Ronaldo dispensado pela Europa onde não tinha mais espaço para jogar e ajudou o Corinthians a alavancar a sua conta e se organizar.
Outros vieram como Ronaldinho Gaúcho que deixou o Flamengo louco e tenta provar no Atlético Mineiro que ainda pode dar um caldo.
O Internacional traz Diego Forlan que não tinha mais espaço na Europa, não pelo menos em times de ponta.
Aliás, com todo respeito, Forlan foi sucesso em time médio como o Atlético de Madrid. Na Inter de Milão fracassou rotundamente.
Outro que chegou depois de exaurido até o fim na carreira européia é Seedorf.
Chega com ares de novo ídolo do Botafogo depois de ter participado pouco da campanha do Milan na última temporada. Não tem fôlego para jogar no calendário brasileiro.
Não poderá ser utilizado em todas as partidas.
Agora fala-se em Riquelme, 33 anos de idade, no Palmeiras também por contrato exorbitante.
Todos vêm ganhando muito alto mesmo para o novo rico padrão brasileiro.
É preciso tomar cuidado. Talvez este dinheiro bem gasto com a base dê muito mais retorno no futuro do que ficar apostando num bando de aposentados que só jogarão mais um tempinho e depois dirão adeus Brasil.
O Brasil não é o Qatar. Ainda.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Lesionado, Jobson vai para farra, apronta, e Botafogo é cobrado por garotas de programa
Por Bruno Voloch
O Botafogo confiou em Jobson.
A comissão técnica, comandada por Oswaldo de Oliveira, tinha esperança na recuperação do jogador.
A diretoria do clube apostava que o atleta iria se recuperar como ser humano.
Tudo é literalmente passado.
Nem os companheiros de Jobson no Botafogo querem a permanência dele no elenco.
Atos de indisciplina e faltas sucessivas aos treinos marcaram a ‘nova fase’ de Jobson em General Severiano.
Ninguém no Botafogo defende Jobson.
Foi oferecida ajuda, Jobson não aceitou.
O polêmico jogador segue se envolvendo em confusão.
Enquanto o time se preparava para decidir o título carioca, Jobson, ainda em recuperação de um problema muscular, se divertia numa ‘casa de saliência’, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro.
Jobson fazia seu ‘tratamento’ por conta própria.
O jogador foi além. Se divertiu e não pagou a conta.
Inconformadas, as ‘meninas’ foram até General Severiano cobrar pelos ‘serviços prestados’.
Jobson não estava no local.
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| Foto: Felipe Oliveira / Gazeta Press |
Não foi a primeira vez.
Um diretor do Botafogo, que por razões óbvias prefere não se identificar, admite que já foi acordado de madrugada para resolver problemas de ordem disciplinar do jogador.
O Botafogo cansou.
Se depender dá vontade da diretoria, Jobson será negociado. Não depende do Botafogo somente. Jobson não tem mercado e muito menos pretendentes.
Pelo twitter, os torcedores fazem campanha pela saída do jogador.
A torcida tinha Jobson como ídolo. Agora isso também é passado.
O último episódio foi a gota d’água.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Até onde vai o limite do torcedor?
Por Benjamin Back
Fred e Rafael Moura foram perseguidos e ameaçados por alguns torcedores do Flu num bar do Rio de Janeiro.
Elkeson do Botafogo, também tem sido chamado de baladeiro e via twitter soltou o verbo contra as pessoas que falaram isso a seu respeito.
Enfim, não é de hoje que existe essa perseguição contra os jogadores de futebol. Talvez até por inveja, mas eles não podem ser tratados como presidiários com direito a duas horas de banho de sol por dia e que precisam ser vigiados por câmeras 24horas.
Por mais que o futebol mexa com a paixão, mas, é preciso ter limites.
Torcedor tem todo direito de cobrar, xingar, protestar, vaiar, porém, dentro do estádio. Na vida pessoal de cada um ninguém tem o direito de se meter!
Se o cara bebe umas a mais, se fuma, ou se faz isso ou aquilo é um problema dele e o clube que o contratou que tome as devidas providências, porém, “justiça com as próprias mãos”, patrulhamento e cuidar da vida alheia são coisas inadmissíveis!
Agora, se o cara faz corpo mole em campo, vive no departamento médico e se transforma num verdadeiro come e dorme, resta aos dirigentes tomarem as medidas cabíveis e mesmo assim continuo a discordar radicalmente de torcedor vigiar e se intrometer na vida pessoal de quem quer que seja.
Por fim, em vários casos esse tipo de atitude serviu até para que jogador usasse isso como alegação para sair do clube, e quem sabe o Fred não seja o próximo dessa lista…
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