domingo, 29 de maio de 2016

Eurocopa – Grupo A - Veja quem vai passar de fase

O grupo A da Eurocopa 2016 é composta por Albânia, França, Romênia e Suíça.

Um grupo que não deve ter grandes surpresas, tendo França e Suíça como as equipe que avançarão para a próxima fase. Isso porque, os Les Bleus jogarão em casa, com o apoio da torcida e pressão pelo título. Sem falar na questão patriota, após os atentados terroristas de novembro de 2015. O nível técnico também joga a favor da França.

Já a Suíça ficou em segundo lugar em seu grupo, na fase classificatória das Euro e apesar de não ter grandes nomes em seu elenco, o time tem experiência e bagagem, pois a maioria de seus jogadores atuam na Bundesliga.

Fique de olho neles:

França – Paul Pogba (Juventus – ITA)

Instagram @paulpogba

Suíça - Xherdan Shaqiri (Stoke City – ING)

Instagram @shaqirixherdan


Conheça melhor a França



Conheça melhor a Suíça



Tá na regra
Classificam-se automaticamente para as oitavas de final, os dois primeiros colocados de cada grupo e os quatro melhores terceiros posicionados.  


Eurocopa 2016 vem aí - cidades e curiosidades

Enquanto os americanos do norte, centro e sul estarão ligados na Copa América Centenário, do outro lado do oceano Atlântico, milhares de pessoas concentrarão suas atenções na Eurocopa 2016, que acontece entre 10 de junho e 10 de julho.


Ameaça aterroriza evento

A competição será realizada na França, país que desde os atentados em Paris, em novembro de 2015, está com o alerta de segurança ligado no seu grau máximo. O clima ficou ainda mais carregado depois que, em março, a cidade de Bruxelas, na Bélgica, também foi alvo de ações terroristas.

No entanto, membros do governo francês e do Comitê Organizador da Eurocopa alegam que fortes medidas de segurança nos aeroportos e um grande efetivo de agentes serão suficientes na prevenção e no combate à violência.

Tour de France

Preocupações externas à parte, os jogos serão disputados em 10 cidades diferentes: Paris, Saint-Denis, Bordeaux, Lens, Lille, Lyon, Marselha, Nice, Saint-Etienne e Toulouse.

Conheça algumas curiosidades sobre as sedes:

Paris – O primeiro jogo a ser realizado na cidade luz será Turquia x Croácia, no estádio Parc des Princes. O estádio é a casa do Paris Saint-German e, eventualmente, também é palco para partidas de rugby – sim, franceses adoram o esporte.

Foto: BBC Sport

Saint-Denis – A cidade abriga o maior estádio do campeonato, o State de France. O local foi construído para a Copa do Mundo de 1998, tendo o seu jogo inaugural a partida Brasil 2 x 1 Escócia.
Foto: AP

Bordeaux – Dona do título de Cidade e Região Cicloturística – Haddad curtiu isso -, a cidade possui sete ciclovias que cruzam seu território e favorecem o deslocamento de bike. Ali também é a casa do FC Girondins de Bordeaux e dos brasileiros Pablo Castro, Jussiê e Malcom.

Talvez você não saiba, mas o, hoje, técnico campeão da Champions League, Zinedine Zidane jogou pelo Bordeaux entre 1992 e 1996. Inclusive, foi nos “girondinos” que Zizou teve sua primeira convocação para a seleção francesa.

Lens – O Stade Félix-Bollaert é o “alçapão” do RC Lens, time modesto que disputa o Ligue 2, segunda divisão do campeonato francês.  O fato curioso é que o estádio tem capacidade (41.229) superior a própria população da cidade (36.206).

Lille – Alemanha e Ucrânia se enfrentarão no Stade Pierre-Mauroy, estádio no LOSC Lille, time mediano, que terminou a temporada 2015/2016 em 5º lugar.  A equipe já contou com uma grande estrela em seu elenco, Eden Hazard. A atual estrela do Chelsea estará na França defendendo a Bélgica.

Lyon – O Stade de Lyon receberá os fãs com cheirinho de novo. O estádio foi inaugurado em janeiro deste ano e pertence ao Olympique Lyonnais – o melhor time da França na década de 2000. Comandado pelo brasileiro Juninho Pernambucano, o Lyon conquistou o campeonato francês sete vezes consecutivas.  Nos dias de hoje, o lateral Rafael da Silva é o único brasileiro do Lyon. O time de futebol feminino do Lyon é dos mais bem-sucedidos da Europa, tendo conquistado duas vezes a UEFA Women’s Champions League. Em seu elenco se destacam a maestra francesa Camille Abily e a artilheira sueca Lotta Schelin.



Marselha – Considerada o “destino mais ‘cool’ de 2016” pela imprensa, a cidade mais antiga de França tem a reputação de ser uma metrópole dinâmica e voltada para o exterior. O Stade Vélodrome será palco para a disputa entre Inglaterra e Rússia e, durante o restante da temporada, é onde o Olympique de Marseille manda seus jogos. O time do brasileiro Lucas Silva não teve um grande desempenho no último campeonato e ficou apenas em 13º lugar.

Foto: Getty Images
Nice - Stade de Nice receberá de braços abertos Polônia e Irlanda do Norte. A cidade tem o seu clube local o OGC Nice, que terminou em quarto lugar no campeonato francês – se classificando para a Liga Europa – e conta com um brasileiro no elenco, o desconhecido WallysonMallmann.  

Saint-Etienne – O caldeirão Stade Geoffroy Guichard intimida os adversários do AS Saint-Étienne e receberá jogos da Euro. O time da cidade ainda é o maior vencedor do campeonato francês, com 10 títulos. Pena que o último foi conquistado em 1981, quando o craque Michel Platini ainda defendia a camisa verde.

Toulouse - Conhecida como "La Ville Rose", a região conta com excelentes equipes de handebol, vôlei, rugby e basquete feminino. O time de futebol Toulouse quase caiu nesta temporada, terminando o campeonato em 17º lugar. O brasileiro Somália está no elenco.

 A Eurocopa 2016 começa dia 10 de junho com o jogo França x Romênia. 

domingo, 26 de julho de 2015

Descemos do salto e vestimos as chuteiras. Brasil é ouro no futebol feminino do Pan

Bárbara, Fabiana, Érika,  Rafaelle, Thaisa, Tamires, Formiga, Andressa Alves, Poliana, Andressa, Maurine,  Raquel, Gabriella e Cristiane.



Equipe medalha de ouro no futebol feminino dos Jogos Pan-Americanos 2015.

Para lavar a alma após a triste saída da Copa do Mundo, a seleção brasileira de futebol feminino chegou ao lugar mais alto do pódio. Aliás, medalhas em pan-americanos tem sido um hábito para a categoria, que sempre leva uma para casa quando disputa o torneio – três de ouro e uma de prata.

"Essa medalha serve para coroar o trabalho já que saímos do Mundial de um jeito que não queríamos. Nada melhor do que dá a resposta para quem nos criticou. Não sabem a metade do duro que nós demos para estar aqui", disse a capitã Formiga, em entrevista ao UOL Esporte.

Uma lição de garra, determinação e dedicação para marmanjo nenhum botar defeito.

Conquista do ouro

Alguns podem dizer que futebol feminino é mais fácil, que existe mais espaço e que as goleiras nem são tão alta – Sandra Sepulveda, da Colômbia, tem 1,65 m -, mas não esqueçam que é assim do lado de lá, mas é assim do lado de cá também.

A estrutura física, as condições de treinamento – quando há treinamento – o apoio e o preconceito são fatores determinantes para o desenvolvimento das equipes. E isso acontece no masculino também, já que se o garoto sabe fazer um ou dois dribles, não se dedica nos treinos e é vendido para um clube lá fora, ele não lapida todo o seu potencial.

Na fase de grupos, foram 12 gols marcados e, apenas, um sofrido. Vitória, na estreia, sobre a Costa Rica por 3 a 0, goleada digna de Copa do Mundo em cima do Equador, 7 a 1 e outro resultado favorável em cima das anfitriãs: Canadá 0 x 2 Brasil.

As semifinais reservaram um jogo duro: o Brasil enfrentaria as mexicanas.

Em jogos disputado em Hamilton, nada de surpresas, as brasileiras fizeram uma placar de 4 a 2 e iriam disputar a final, pela quarta vez consecutiva.

Diante da Colômbia, que passou pelo Canadá, o Brasil não encontrou dificuldades e fez uma placar elástico: 4 a 0, com direito a gol da polivalente Formiga, golaço-aço-aço olímpico de Maurine, gol coletivo de Andressa Alves e um chutaço indefensável de Fabiana.


Festa do técnico Vadão e de toda a comissão técnica que acreditaram no potencial dessas meninas e, principalmente, no futebol feminino.

Ah, vale destacar que este título foi conquistado sem a presença de Marta. A camisa 10 precisou se reapresentar ao Rosengard (SUE) após a Copa do Mundo feminina e foi substituída por Raquel.


Que este ouro traga mais incentivo da CBF e dos clubes à categoria e que ajude a minar o preconceito que suja e atrapalha o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. E quem sabe, as Olimpíadas do Rio sejam a cereja no bolo que falta para coroar nossas guerreiras.

Bronze no Pan reflete grau de importância da seleção para os jogadores atuais

Há tempos não me empolgo com a seleção brasileira de futebol – nem quando a Copa do Mundo veio pra cá. Sei que não sou unanimidade, porém não estou sozinha.

Quem gosta da seleção, de futebol ou simplesmente de esporte torceu para que o Brasil tivesse um desempenho, no mínimo, prateado nestes Jogos Pan-Americanos de 2015, no Canadá.  

O que não aconteceu.

Conquista inédita, desempenho habitual


A seleção brasileira sub-20 não trouxe nenhum jogador de quem pudesse se esperar maravilhas. Vieram dois internacionais, Lucas Piazon (ex- categoria de base do São Paulo), do Eintracht Frankfurt (ALE) e Vinícius (quem?), da Lazio (ITA) e alguns nomes razoáveis de clubes que disputam o Campeonato Brasileiro, como Clayton, do Figueirense, Erik, do Goiás e Luciano, do Corinthians.

O início na competição não foi de empolgar. Convenhamos, vencer por 4 a 1 a seleção do Canadá não é nada de extraordinário. E ainda levamos um gol! A mesma coisa se pode dizer dos 4 a 0 no Peru. Algo totalmente previsível – e não me venha com esse papo de “respeito ao adversário”. Respeito é você não quebrar a perna do outro jogador, nem ofender a sua mãe e família. No mais é chapéu, rolinho, e o que vier... Isso é futebol. 

Aplicar um placar elástico em um país que o esporte principal é jogado com as mãos, não tem nada demais. É como se perdêssemos para a Suécia no Curling!

Continuando...

No terceiro jogo do Pan, embalada, a seleção fez 3 a 0 no Panamá e achou que o jogo estava ganho – depois da final da Mercosul de 2000, sei que “o jogo só acaba quando termina”, como disse o finado Vicente Matheus. Coitados. Quase levaram a virada e os panamenhos empataram a partida.

Nas semifinais, aí sim, uma prova de fogo, contra o Uruguai, o Brasil é perdeu a chance de lutar pela medalha de ouro. De virada. Jogando com um a mais desde os seis minutos da etapa inicial. Pois é, os “novinhos” do Brasil usaram mesmo o salto alto das meninas – as que verdadeiramente honram a camisa brasileira econquistaram o ouro.

Na luta pelo bronze, quase perderam o Panamá. Luciano, duas vezes, e Piazon garantiram a medalha – inédita. Placar final: 3 a 1 para nós. Novinhos bronzeados. Ótimo para o Instagram

¿Qué pasa?

Como disse no início, assistir e torcer pela nossa seleção são coisas que já não me empolgam mais. Que me desculpe a galera dos anos 90, mas eu vi a seleção jogar com Marcos; Cafu, Roque Júnior, Lúcio e Roberto Carlos; Edmílson, Gilberto Silva e Kléberson; Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo gordo.  Que seleção! Acordava de madrugada para ver os jogos da Copa do Mundo do Japão e da Coréia do Sul, em 2002.

Hoje, essa seleção repleta de “inhos”, “selfies” e que jogam em função de um único jogador, não me representa. Ouço os mais velhos falarem que, antigamente, jogar na seleção era o ápice na carreira de qualquer jogador de futebol profissional. Era o sonho da molecada. Dessa forma, era possível chegar a um grande clube do exterior e fazer fortuna.

2015. Os tempos são outros. Agora, os jogadores já chegam milionários à seleção. A grande maioria já joga fora. E enxergam atuar com a camisa amarela como uma oportunidade de rever alguns amigos, treinar em Teresópolis e dar entrevista para Globo. Só.

Em 2002, muitos dos importantes jogadores que conquistaram o pentacampeonato eram atletas de clubes espanhóis, italianos, alemães e francês. A diferença é quem estes eram as estrelas dos seus times. Referências. Eram eles que colocavam a bola embaixo do braço e resolviam.

“-Ah, Oscar, William, Thiago Silva e David Luiz são importantes para os seus times”, você pode pensar. Aí eu te falo, no Chelsea quem brilha – além do Mourinho – é o Hazard.  Zlatan Ibrahimovic é quem manda e desmanda no PSG.


O Brasil não tem estrelaS.

Neymar é uma solitária.

Futebol é coletivo.

Messi não salva a Argentina.

Nem Cristiano Ronaldo, Portugal.


Quando o Brasil voltar a ser prioridade para os jogadores, a seleção voltará a ser a primeira no mundo. 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dois laterais e um meia ainda negociam com o Palmeiras


Não estão sendo fáceis, mas, ao que parece, a diretoria do Palmeiras está firme nas negociações para trazer novos reforços para o time no ano de seu centenário, em 2014.


Depois de acertar com o volante França e o atacante Diogo, os dirigentes palmeirenses ainda estão resolvendo alguns trâmites envolvendo outros três jogadores. São eles: o meia-atacante Marquinhos Gabriel, que jogou o Brasileirão pelo Bahia, do lateral-direito paraguaio Jorge Moreira, do Libertad (PAR), e William Matheus, lateral-esquerdo do Goiás.


Situação do atacante Leandro


Destaque do time durante a disputa do Campeonato Brasileiro da série B, o atacante Leandro está com sua situação indefinida. O Grêmio, clube no qual o jogador ainda tem vínculo, não aceita vender o atleta por menos de 5 milhões de euros (R$ 16,23 milhões). 
Nessas condições, a diretoria alviverde quer adquirir o jogador novamente por empréstimo, porém, Leandro, por sua vez, pede mais de 6 vezes mais o que ganha hoje como aumento salarial.

Medalhões

As negociações com os tão esperados 'medalhões' Lúcio, Ronaldinho Gaúcho e Bruno César, ainda não avançaram. 

Lúcio - Palmeiras aguarda definição da diretoria do São Paulo para definir valores e condições com o jogador. 

Ronaldinho Gaúcho - Chegaria apenas com a ajuda de um patrocinador que arcasse com as cifra$ (luvas e salários). 

Bruno César - Bases salariais já estão estabelecidas. O que está pendente é a posição do clube do jogador, o Al Ahli (Arábia Saudita). 

Atacante Diogo, ex-Portuguesa, é do Verdão

Se durante o mês de dezembro, a diretoria do Palmeiras parecia quieta e sem grandes negociações, envolvendo a contratação de novos jogadores, janeiro já se mostra diferente. 


Ao que tudo indica, depois de fechar a transferência do volante França, ex-Hannover 96 (ALE), os dirigentes alviverdes acertaram a contratação do atacante Diogo, que estava na Portuguesa. 

Como o contrato com a Lusa era válido até a última terça-feira (31 de dezembro), o jogador estava livre e aceitou o modelo de contrato de produtividade adotado pelo presidente Paulo Nobre. Diogo vai assinar acordo definitivo até o fim de 2014 com o Verdão.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

França fecha contrato com Palmeiras

O Palmeiras ainda não fez nenhum anúncio oficial, porém é dado como certo a contratação do volante França, de 22 anos, que estava no Hannover 96 (ALE). 

O atleta chega ao Verdão por empréstimo até o fim de 2014, com opção de compra ao término do vínculo. 

França foi revelado pelo Noroeste, passou por Coritiba e Criciúma até chegar ao Hannover, onde não se adaptou.