domingo, 3 de julho de 2011

Amin Khader é reincidente

Na última semana, o boato da morte de Amin Khader chocou muitas pessoas entre o mundo dos famosos pelo 'tom' da brincadeira. 

Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, da Folha de S. Paulo, a notícia foi fabricada por ele próprio (Amin), que ajudou a fabricar a versão e estimulou sua divulgação. O motivo seria chamar a atenção para si, e turbinar sua estreia em novo quadro no "Hoje em Dia" (versão Rio), que aconteceria nesta quarta-feira.

Procurada, a assessoria da Record informou não ter conhecimento da farsa.

Para forjar a morte, Khader, que também fez pontas no "Show do Tom", contou a uma amiga e um amigo a "pegadinha" que tinha em mente. Os amigos então passaram a "soprar" sobre a morte de Khader verbalmente. Contaram a vários cariocas. A repercussão explodiu em poucos minutos, por meio do Twitter de um comediante.

Alguns minutos depois, o "Hoje em Dia", em São Paulo, anunciou a morte com os apresentadores visivelmente chocados. Na noite desta terça, o morto-vivo também aproveitou para dar entrevista ao vivo a José Luiz Datena, no "Cidade Alerta", na qual disse que tudo não passou de uma "grande confusão".

Khader já ajudou a forjar outros "flagrantes", como o inexistente romance que simulou com a ex-modelo Nana Gouveia. O falso furo ocorreu em junho de 2007, e foi captado por um câmera previamente informado de dia, hora e local em que os "namorados" apareceriam. Para tornar a história mais atraente, Nana fez topless e muitas poses para o fotógrafo.

As dezenas de fotos de ambos, ela com seios siliconados à mostra e fio dental, foram durante dois dias seguidos as fotografias mais acessadas da internet no Brasil.

Khader também já trabalhou na Band. Até ontem, uma procura por seu nome na internet apontava em torno de 25 mil resultados. Após a "morte" de mentira, esse número passou para mais de 200 mil nesta terça-feira.


De acordo com o colunista da Folha, Alberto Pereira Jr., antes de se fingir de morto, Amin Khader tentou armar um falso namoro com David Brazil, repórter do "Domingo Legal", do SBT. Tudo para sair do ostracismo...

Lamentável tal atitude! Pior foram os veículos de comunicação (Tv e internet) que confirmaram a morte. Só lhes restou pedir desculpas e reconhecer que caíram na 'pegadinha' e assumir que não haviam checado corretamente a notícia.

Tire suas dúvidas sobre o impasse entre Kléber, Palmeiras, Cruzeiro e Fla


Conversei com Piraci de Oliveira, diretor jurídico do Palmeiras, para esclarecer a situação do atacante Kléber, que tem proposta do Flamengo e pertence também ao Cruzeiro, detentor de 50% de seus direitos. Abaixo as perguntas seguidas das respostas de Piraci.
Existe alguma brecha no contrato para que advogados do Flamengo consigam tirar o jogador do Palmeiras sem o pagamento da multa?
Não. Os direitos federativos são 100% do Palmeiras. Nada oriundo da parceria com o Cruzeiro pode fazer com que o Kléber saia contra a nossa vontade. O compromisso entre Palmeiras, Cruzeiro e Kléber foi amarrado juridicamente de uma maneira que nos dá total segurança do cumprimento do contrato. Nenhuma manobra de advogados pode fazer o Palmeiras perder o jogador.
Qual o valor da multa que o Flamengo precisa pagar para tirar Kléber do Palmeiras?
Ela é superior a R$ 140 milhões. Não existe nenhuma possibilidade de ele sair por um valor inferior, nada no contrato permite isso.
Existe uma cláusula que obriga o Palmeiras a vender o jogador se a oferta for de pelo menos 6 milhões de euros?
Não. Existe um valor mínimo sigiloso. Abaixo dessa quantia o Palmeiras não pode vender. Mas não há obrigatoriedade de vender.
E se o Cruzeiro negociar a metade dele com o Flamengo?
Ele precisa nos comunicar antes. Temos prioridade para a compra. Se não quisermos comprar, ele vende para o Flamengo. Mas o jogador continua no Palmeiras. O Flamengo passaria a ter direito à metade do valor numa eventual venda. Se o Kléber cumprir o contrato até o final, ninguém tem mais direito a nada.
Kléber terá um aumento por causa da proposta do Flamengo?
Ele tem contrato de cinco anos, com salários definidos e tem que cumpri-lo até o final. Só terá aumento se houver um consenso entre as partes. Se ganhar aumento, a multa também será reajusta. Vai ser analisado. Mas pedido de aumento recusado não é motivo para jogador rescindir o contrato.

Goleada sobre a Colômbia põe Estados Unidos nas quartas

Os Estados Unidos não deram chance à Colômbia e conquistaram uma expressiva vitória por 3 a 0 neste sábado, garantindo sua vaga nas quartas de final da Copa do Mundo Feminina da FIFA. Com o resultado, a Suécia também se classificou à próxima fase. Coreia do Norte e Colômbia estão eliminadas da competição 

Os Estados Unidos criaram a primeira boa jogada da partida aos sete minutos. Wambach recebeu a bola na área, dominou e chutou para o gol, mas a bola voltou para os pés de Amy Rodriguez, que mandou por cima do travessão. 

Aos 10, Rodriguez teve a chance de se redimir ao ser lançada por Lindsey, mas o chute passou perto da trave esquerda da Colômbia. A pressão americana rendeu frutos aos 12: a defesa colombiana falhou e deixou O'Reilly livre para soltar um belo chute e abrir o placar. 

Comandada por O'Reilly, que dominou o lado esquerdo do ataque, a equipe americana teve várias chances de ampliar o placar ainda no primeiro tempo. Wambach foi quem chegou mais perto do segundo gol, com duas boas cabeçadas após cobranças de escanteio, aos 22 e aos 30 minutos. Em um dos poucos bons momentos da Colômbia no jogo, Castro chegou bem ao ataque, mas teve seu gol anulado por impedimento. 

O domínio dos Estados Unidos ficou claro logo aos quatro minutos do segundo tempo: Cheney recebeu a bola e tocou para Rapinoe, que fez 2 a 0. Apenas oito minutos depois, o placar ganhou ares de goleada com Lloyd, que chutou de longa distância e surpreendeu a goleira colômbia. 

Wambach ainda perdeu duas boas chances de ampliar, aos 20 e aos 36. Velasquez conseguiu construir uma das poucas boas oportunidades da colômbia na segunda etapa, mas seu chute fraco sequer ameaçou a goleira americana.

Dahlkvist marca e classifica a Suécia na Copa do Mundo

Um gol de Lisa Dahlkvist na metade do segundo tempo deu à Suécia a vitória sobre a Coreia do Norte em um apertado duelo pelo Grupo C da Copa do Mundo Feminina da FIFA Alemanha 2011, em Augsburg. 

A Suécia teve a primeira boa chance do jogo logo no segundo minuto, quando Lotta Schelin partiu livre com a bola dominada em direção à área, mas o bom chute de esquerda acabou passando por cima do travessão. Numa jogada parecida, do outro lado do campo, a camisa 8 da Coreia do Norte, Kim Su Gyong, também mandou a bola pela linha de fundo na boa tentativa aos seis minutos. 

Sete minutos depois, mais confiante, a Coreia do Norte avançou com Song Jong Sun, que cruzou na cabeça de Kim Su Gyong. A cabeçada, entretanto, saiu sem direção e Hedvig Lindahl não teve problemas para ficar com a bola. 

A Suécia levantou sua torcida aos 29 minutos, quando a capitã Caroline Seger deu um belo passe para Schelin, que entrou na área e chutou forte - a bola, porém, tocou a rede pelo lado de fora. 

Poucos minutos antes do intervalo, Lisa Dahlkvist lançou Jessica Landstrom, que soltou um chute forte por sobre o gol coreano. A baixa média de chutes a gol na primeira etapa mostrou a aplicação tática das duas equipes na defesa e deixou a promessa de melhores momentos para o segundo tempo. 

A Suécia poderia deveria ter aberto o placar apenas cinco minutos após o início do segundo tempo, após boa jogada iniciada por Charlotte Rohlin. Ela lançou Schelin, que arrancou em direção à área e tocou com precisão para Dahlkvist. A goleira Hong Myong Hui saiu bem e, enquanto a meia tentava alcançar a bola, conseguiu bloquear o chute, mandando para escanteio. 

As escandinavas chegaram perto do gol mais uma vez aos 10 minutos, ajudadas pela falha da zaga coreana após cobrança de escanteio de Sara Thunebro. A bola ficou com Dahlkvist dentro da área, mas não conseguiu furar o bloqueio da defesa asiática. 

Depois de bater na trave algumas vezes, Dahlkvist finalmente conseguiu balançar as redes coreanas aos 19 minutos. O cruzamento de Linda Forsberg pela esquerda foi interceptado por Sjogran e caiu nos pés da meia do Gotemburgo, que desta vez não não cometeu erros e fez 1 a 0 para a Suécia. 

As coreanas acordaram com o gol e saíram em busca do empate. Ri Un Hyang teve boa chance após escanteio cobrado por Jo Yun Mi, mas não conseguiu finalizar. A Coreia do Norte pressinou em busca da igualdade e levou perigo à zaga sueca, mas o esforço foi em vão. 

O time de Kim Kwang Min enfrenta agora a Colômbia, em Bochum, na quarta-feira, enquanto a Suécia encara os Estados Unidos pela liderança do Grupo C, em Wolfsburg. As suecas não contarão com a capitã Seger, que recebeu seu segundo cartão amarelo e ficará fora na próxima partida.

Mães e atletas protestam contra decisão do Fluminense de fechar o Futebol Feminino


Por Minas do Futebol


Durante sua candidatura à Presidência do Fluminense Football Club, o Sr. Peter Siemsen, fez promessas de apoio total ao futebol feminino, esquecido e abandonado pelas últimas administrações. Com sua vitória nas eleições de 2010, as atletas dessa modalidade viram enfim, uma “luz no fim do túnel”, acreditando que a partir desse ano, essas mesmas promessas se tornariam realidade. Mas o sonho acabou na última quinta-feira, dia 30 de junho, quando foram comunicadas durante o treino, sobre o FIM da modalidade de Futebol Feminino no Clube. Aquele era o último dia de treino!

Nada justifica esse ato abominável contra o Futebol Feminino, ou melhor contra o ESPORTE em geral. Esse tem sido o caminho utilizado inclusive pelo Poder Público para "salvar" tantas crianças e adolescentes de um futuro cruel. Mas o Fluminense caminha na contramão, não reconhecendo os talentos que surgem em suas dependências. Enquanto outros clubes investem em meninas habilidosas, com aptidão nata, o Fluminense simplesmente informa que este não é um esporte “rentável” e fecha suas portas para essas atletas. Parece que nosso atual Presidente desconhece a história pioneira do Clube na década de 30, ao profissionalizar os seus jogadores. Onde foi parar esse pioneirismo?

Com uma campanha política “visionária” sobre as Olímpiadas de 2016, ele também prometeu “investimentos nos esportes olímpicos, como melhores condições de trabalho nas escolinhas, com projetos buscando receitas através das leis de incentivo fiscal, com um grupo de trabalho executivo que consiga atrair potenciais investidores para os esportes olímpicos do Fluminense”.

Em seu blog - http://peterpresidente.com.br/ - nosso presidente destaca a intenção em formar “um verdadeiro celeiro de pequenos corações tricolores através da prática esportiva.” Tudo balela ...

Muitas dessas meninas, passaram a acreditar nesses prometidos investimentos, já que o Futebol Feminino praticamente “andava” sozinho, sem qualquer apoio do Clube. Até o uniforme de treino era comprado por cada atleta. Durante todo o ano, as equipes Sub-15 e Sub-20 participaram de inúmeros amistosos, na maioria das vezes com vitórias indiscutíveis, honrando a bandeira do Clube, inclusive fora do Estado do Rio de Janeiro. Todas as despesas, do transporte à alimentação, passando pela estadia, eram pagas por estas mesmas atletas. Pouquíssimas vezes, foi concedido ao time feminino o prazer de usar o campo das Laranjeiras. Isso não era viável!

Mesmo assim, essas guerreiras nunca desistiram. Isso é inerente ao povo brasileiro e muito mais latente à mulher brasileira. Essas atletas sempre honraram a camisa tricolor e por esse motivo, diversas vezes foram reconhecidas pela mídia escrita e televisiva. Em 2010, uma das atletas foi convocada para a Seleção Brasileira Sub-17 de Futebol Feminino, fazendo parte inclusive da Lista Suplementar da Seleção Brasileira para o Campeonato Mundial. Tudo isso, treinando numa quadra de cimento duas vezes por semana. E se elas tivessem um apoio do Clube? Aonde chegariam? Tudo poderia ser diferente ... e diferente para melhor.

Em um país que vai sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que tem a melhor jogadora do mundo e onde o futebol feminino cresce consideravelmente a cada dia, o Presidente de um dos maiores clubes brasileiros, Sr. Peter Siemsen, resolveu colocar um ponto final no sonho de futuras Martas, Cristianes, Formigas, Sissis e tantas outras que poderiam surgir ...

É lamentável!

Assista o vídeo do protesto das mães das atletas sobre o fim das atividades femininas no clube.

sábado, 2 de julho de 2011

Inglesas viram e ficam perto da vaga


Com atuações decisivas de Alex e Jill Scott, a Inglaterra se recuperou após sair em desvantagem no placar e derrotou a Nova Zelândia por 2 a 1, em Dresden, para ficar perto da vaga nas quartas de final da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2011.
A Nova Zelândia levou a campo a mesma equipe que perdeu na estreia para o Japão, enquanto a Inglaterra trouxe Ellen White no lugar de Karen Carney.Logo aos três minutos de jogo, as inglesas chegaram bem ao ataque com Rachel Yankey, que fez boa jogada pelo lado esquerdo, mas foi bloqueada por Rebecca Smith. A pressão inglesa foi total na sequência, com três escanteios seguidos, mas a zaga neozelandesa manteve o controle e conseguiu evitar o gol.
A melhor chance da Inglaterra na primeira etapa veio aos 12 minutos, quando Rebecca Smith perdeu a bola para Ellen White - para sorte da Noza Zelândia, Abby Erceg apareceu na hora certa para bloquear o chute. A pressão neozelandesa rendeu frutos aos aos 18 minutos: Faye White não não conseguiu parar Hearn, que encontrou Sarah Gregorius bem posicionada para balançar a rede de Karen Bardsley.

As neozelandesas não perderam o embalo no intervalo e aos três minutos criaram uma boa chance de ampliar o placar com a cabeçada de Amber Hearn após bom passe de Gregorius. Justamente quando o segudo gol da Nova Zelândia parecia ser questão de tempo, foi a Inglaterra que balançou a rede. Aos 18, Alex Scott fez bom cruzamento para Jill Scott, que subiu mais que a defesa rival e venceu a goleira Jenny Bindon para empatar a partida.

A Nova Zelândia ainda ameaçou em busca do gol que poderia impedir sua eliminação, mas as inglesas mantiveram a postura ofensiva e foram recompensadas aos 36 minutos. Jessica Clark, que entrara em campo aos 20, chutou forte para garantir a vitória por 2 a 1.

Japão goleia e confirma sua classificação



Nesta sexta-feira, o Japão mostrou mais uma vez que vêm forte para a competição ao golear o México por 4 a 0, com um show da experiente Sawa, foi a vez  Em seu quinto Mundial, a jogadora de 33 anos anotou seu primeiro hat trick para assumir artilharia da competição.
O resultado levou a seleção de Norio Sasaki aos seis pontos no Grupo B, suficientes para avançar independentemente do resultado do duelo entre Inglaterra e Nova Zelândia, que acontece ainda nesta sexta-feira. Já as mexicanas torcem pelo empate neste confronto para, só assim, seguirem com chances.
Em Leverkusen, o domínio do Japão ficou evidente desde o início. Com toques rápidos, a seleção foi envolvendo as mexicanas e ganhando terreno para dar o primeiro bote. E a precisão também foi um fator importante. Logo na primeira tentativa real, aos 13 minutos, saiu o gol. Após o cruzamento de Miyama, Sawa apareceu sozinha no segundo pau para completar para as redes.
Dois minutos depois, o sangue frio japonês deu lugar à técnica quando Ohno saiu enfileirando a defesa mexicana para fazer um belo gol e praticamente selar o destino do jogo.
Sem repetir a regular atuação da estreia, quando deu trabalho e empatou com a Inglaterra, o México apenas assistiu às rivais atuarem. Assim, o terceiro gol foi questão de tempo. Aos 39, em lance parecido com o do primeiro tento, Miyama cruzou e Sawa, desta vez sozinha no primeiro pau, só precisou desviar.
Antes do apito, as japonesas ainda marcaram o quarto, que foi invalidado pela arbitragem. Ele não faria falta e só demoraria um pouco mais para enfim ser contabilizado.
Na segunda etapa, preocupado com um prejuízo ainda maior, o técnico Leonardo Cuéllar sacou a atacante Dominguez e reforçou a defesa. O México teve ainda sua melhor chance na partida, em um chute de longa distância de Mayor, mas tratou de cadenciar o jogo. Satisfeitas, as japonesas também não aceleraram o ritmo, mas acertaram duas vezes a trave em lances seguidos de Nagasato e Miyama.
O quarto gol, aquele que havia sido anulado, saiu então no final da partida, para transformar em goleada o grande domínio em campo. Depois do passe de Kinga, Sawa fez outra boa jogada individual e finalizou com eficiência.